No começo o início
nos caminhos os trilhos
Nas minhas dores teu dedo
Da tua boca o medo
Tens um ponto fixo que não está a minha frente
Tens motivos para viver que não relacionam meu nome
Em tua mesa de amigos não encontro meu lugar
E fico sem saber onde deveria estar
Não te culpo
Nem culpo a mim
Meu silêncio te gritou
ainda perdeu a voz falando teu nome
Sei que quando tudo acaba desse jeito
meu coração sangra
e tu não percebes porque ainda não me viu
Sou para tua vida tanto quanto
as aves são para os céus
como a lua para os namorados
as estrelas para quem sonha...
Minha lealdade sempre será a mesma
o destino reservou tua vida dentro da minha
se me dói ...
é o que resta então ser uma dor latente
que te ama.
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